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30 de Novembro de 2021
2º Grau
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Tribunal Superior do Trabalho TST : Ag 9540-24.2007.5.10.0002

Tribunal Superior do Trabalho
há 8 meses
Detalhes da Jurisprudência
Órgão Julgador
Subseção I Especializada em Dissídios Individuais
Publicação
26/03/2021
Julgamento
18 de Março de 2021
Relator
Breno Medeiros
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Ementa

AGRAVO EM EMBARGOS EM RECURSO DE REVISTA. ACÓRDÃO PUBLICADO NA VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.467/2017. RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. ENTE PÚBLICO. CULPA IN VIGILANDO .

Consolidou-se nesta Subseção o entendimento de que, em regra, não mais se conhece do recurso de embargos por contrariedade a súmula ou orientação jurisprudencial de natureza processual que tenha sido invocada como óbice ao conhecimento do recurso de revista, exceto na excepcional hipótese em que a decisão embargada contenha afirmação ou manifestação contrária ao teor do verbete processual indicado como mal aplicado. A c. Primeira Turma conheceu do recurso de revista da União por violação do art. 5º, II, da Constituição e do art. 71, § 1º, da Lei nº 8.666/93, e, no mérito, deu-lhe provimento para afastar a responsabilidade subsidiária que lhe fora imputada. Ressaltou que a responsabilidade subsidiária imputada ao ente público ocorreu com base no item IV da Súmula 331 do TST, à míngua, portanto, da premissa de culpa da Administração Pública na fiscalização do contrato, e reformou a decisão regional ao fundamento de que a responsabilização subsidiária do ente público foi pautada na presunção de culpa pelo mero inadimplemento das obrigações trabalhistas devidas pela tomadora. Consoante exame do acórdão regional, extrai-se que a responsabilização do ente público decorreu da constatação do inadimplemento das obrigações trabalhistas por parte da empresa prestadora de serviços, à mingua de elementos caraterizadores da culpa in vigilando . Fundado o provimento jurisdicional emanado da e. Turma em questão eminentemente jurídica, não há como se reconhecer a excepcional hipótese de cabimento dos embargos por contrariedade à Súmula 126 do TST, por não se tratar de reexame de fatos e provas, não se verificando a circunstância de a decisão embargada conter afirmação ou manifestação contrária ao teor do indicado verbete processual. De outro lado, constata-se que a parte não apresenta argumentos que se contraponham à fundamentação da decisão agravada quanto ao dissenso jurisprudencial, centrada no óbice das Súmulas 296, I, e 337, I, "a" e "b", do TST. Agravo conhecido e desprovido .
Disponível em: https://tst.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/1212516989/ag-95402420075100002

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